sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Intercâmbio


   De uns tempos pra cá, a idéia de intercâmbio tem crescido muito, principalmente no Brasil. Destinos como Estados Unidos a Austrália sempre foram muito aclamados. Outros destino, como Inglaterra, Nova Zelândia, Alemanha e mesmo os países da América do Sul, tem sido cada vez mais procurados para esse tipo de viagem.
   Intercâmbio é uma boa opção para aqueles que bom, como eu, querem sair do Brasil para estudar, mas também é uma ótima opção para você que só quer conhecer outra cultura. Para isso existem os Intercâmbios culturais, que basicamente se baseiam em, bom, conhecer a cultura do lugar pra onde você vai.
   Intercâmbio não costuma ser uma coisa barata, mas, se você tem um bom plano armado e quer muito fazer isso, junta uma grana, faz um roteiro e pode fazer as malas. Vale a pena.


   Uma outra opção pra você, que quer conhecer outros países, mas acha que um país por viagem não é suficiente, é o famoso mochilão.
   Ao contrário do intercâmbio, que você é, ou encaminhado a uma família ou fica em um alojamento, o mochilão é uma coisa mais esportiva que adere a ideia de albergues, acampamento e muita, muita caminhada por esse mundão a fora. 
   O mochilão é recomendado pra quem tem garra, curiosidade e força na perna. Porque você pode ter certeza que você vai andar muito e pegar muita carona na estrada. Então prepare sua mochila, faça um roteiro legal, seja pela América Latina ou pela Europa, viajar é o que há!


beijos

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Don't give a damn!


   Hoje, eu pensando cá com os meus botões, e com mais vários amigos, percebi que damos importância demais aos que os outros pensam de nós.
   ok, vou explicar...

   Depois que eu "larguei" do colégio (isso já é história pra outro post), eu tenho tido uma vida social muito mais aberta em quesito Out school.E com isso, coisas aconteceram. 
   Eu, principalmente, sempre fui muito ligada ao que os outros pensavam de mim, construía uma imagem bonitinha, mesmo que a minha filosofia de vida fosse "eu tenho 3 vidas. A que meus amigos acham que eu tenho, a que a minha mãe acha que eu tenho e a que eu realmente tenho." 
   Como diz minha diva de blog Maiara Bolsson diz, eu nasci numa cidade onde o sotaque "mundão véio sem portera" predomina, e vim morar no Rio de Janeiro, cidade de gente mais do que bonita e com um padrão de beleza que, bom, eu não tinha, então me encaixar não foi nada fácil, e ainda não é. Mas como diz meu querido amigo Serginho, "nós vivemos na terra do faça-o-que-quiser... a boa é ligar o foda-se e não se importar com o que os outros pensam". 
   Então, ai vai um conselho pra você, querido sofredor-que-se-importa-com-o-que-os-outros-pensam: Seja você!
   Se você gosta de quem você é, se sente bem consigo mesmo, vai mudar pra que? Quem não gostar que se adapte, ué!


E lembre-se, se alguém falar que não gosta do jeito que você é, encha o peito e diga com orgulho: Frankly, my dear... I don't give a damn!


beijos

domingo, 24 de outubro de 2010

I wanna be a actress


Teatro.
Todas as vezes que me perguntam o que eu quero fazer da vida eu respondo a mesma coisa e com a mesma empolgação.
- Teatro!
mas sempre que eu digo isso, o tom de espanto das pessoas é o mesmo
- Haha! sério o que você quer fazer da vida?
- Teatro!
- Você quer morrer de fome, né?
Eu queria saber se as pessoas falam isso quando a pessoa fala que vai ser professor ou astrônomo. 
Meu ponto é: Qualquer profissão da dinheiro e te da uma vida boa. Tudo depende de como você vai fazer isso. 
É muito simples você ir fazer Relações Internacionais, Medicina, Psicologia e tantas outras faculdades que “dão dinheiro e sucesso” e acabar tão mal quanto um ator. Pra você conseguir uma vida boa não basta só ganhar R$10.000,00 por mês, ter tudo que quiser, quando quiser, do jeito que quiser e passar 60 anos sentado num escritório, fazendo aquilo que de fato você não gosta mas é só porque “dá dinheiro”. Você pode muito bem passar 5, 6 anos em uma faculdade e quando sair, acabar dando aula em uma faculdade péssima, escrevendo um livro que não ser publicado ou passar a vida procurando um trabalho e não conseguir nada.
O que eu quero dizer é fácil, pare de subestimar artes cênicas como fonte de renda. Pense que você pode acabar muito pior que muito profissional recém formado em teatro.
então da próxima vez pense que pode ser você que vai ouvir:
- Você quer morrer de fome, né?